Trabalho e diversão no Motel.

Sou programador e desenvolvi um sistema de motéis e certa vez fui visitar um cliente, cheguei 18:00 h e as 19:00 h houve a troca de turno, vindo trabalhar uma gata, morena, cabelos enroladinhos, compridos, um lindo rostinho, uma bundinha bem gostosa. Já era umas 23:00 h, o meu serviço já estava pronto desde uma 21:30 h, resolvi ir ate a cozinha e tomar algo para matar a sede. Fui ate lá e não tinha ninguém, peguei uma garrafa de cerveja e sentei-me na mesa para tomá-la.

Antes de tomar o primeiro copo, ela apareceu e se apresentou e ofereci lhe cerveja e ela respondeu me dizendo que tomaria comigo a meia-noite, pois seria a data do seu 18º aniversario, agradeceu me e retornou aos seus afazeres. Quando deu meia-noite e ela apareceu pontualmente, eu já estava na segunda garrafa de cerja, e eu me levantei e dei os tradicionais dois beijinhos e a parabenizei pelos seus 18 aninhos completados a pouco.

A 2ª cerveja já estava quase acabando e ela pegou outra garrafa para mim e disse que tomaria uma keep coler. Fizemos um brinde e começamos a conversar. Apos alguns goles de keep coler percebi que ela ficou mais sorridente e descontraída, ela tinha um sorriso lindo e um corpo “da hora”. Perguntei a ela qual apartamento do motel ela gostava mais.

Ela sorriu e disse que achava todos muito lindos, mas principalmente o quarto 10 – que não era o mais luxuoso, mas era espaçoso e aconchegante. Nesse momento tocou o interfone e ela tinha mais trabalho a fazer. Fiquei tomando a cerveja e pensando em uma estratégia para atacá-la. Era uma quinta-feira e já passava da meia-noite e o movimento praticamente tinha acabado.

Pensei bem e resolvi ir embora pois sou casado e não seria legal. Lavei e guardei as garrafas e copo e voltei para o computador. Quando eu estava pra sair a vi na cozinha, a poucos metros de mim, e resolvi dar um tchauzinho, mas antes que eu disesse algo, ela se dirigiu a mim e disse:

– O movimento já está acabando e vou dormir no quarto 10, antes de você ir embora, por favor, me acorde para eu fechar a porta que tenho medo de ficar sozinha aqui! – O pior que esse motel tinha um corredor de serviço comprido que dava um certo medo, ainda mais no silêncio da noite.

Bem fiquei mais meia hora jogando, não tinha mais o que fazer, e pensando nela e aquele quarto. Levantei-me peguei a minha pasta e resolvi acordá-la antes de ir embora. Fui pelo tal corredor e entrei no apartamento 10 e la estava ela, deitada normalmente e dormindo com uma boquinha, um rostinho lindo e seus peitinhos se salientando pela camiseta.

Fiquei uns alguns olhando para ela e como um passe de mágica ela começou a abrir os olhos e me perguntou se eu estava indo embora ou se eu queria tomar mais uma cerveja. Nem pensei direito e disse:

– Quero uma cerveja!

Ela levantou se e pegou dois copos e uma cerveja no frigobar. Abrimos e tomamos um gole e aquele apartamento cheiroso, com luzes de neon acesas, aquele ambiente sensual a nossa volta, contribuía em tudo para que brotasse uma silenciosa cumplicidade entre a gente. Comecei a olhá-la bem nos olhos e a tomar a cerveja como se tivesse a beijando.

Sentamos nos na cama, desliguei a TV e passei a mão no seu pescoço, fazendo movimentos bem lentos e suaves ate a sua nuca e a puxei lentamente de encontro a mim. Senti um leve tremor no seu corpo, tipo calafrio, e ela me deu um beijo “animal”. Nossos lábios se fundiram freneticamente e ela praticamente me derrubou sobre a cama e continuamos a nos beijar e a nos acariciar ávida e freneticamente.

Desabotoei sua calça, meti a mão por dentro da sua calcinha e senti aqueles pelinhos que até hoje ainda não esqueci. Ela começou a me morder e eu comecei a me sentir como um animal ferido lutando pela sua fêmea no cio. E como dois animais nossos corpos se fundiram numa estocada única e certeira que me fez mergulhar nas entranhas quentes e macias daquela fêmea deliciosa.

Ela não parava de me beijar e de cavalgar freneticamente em cima de mim. Ela era muito apertadinha, um tesão. Nossos corpos faziam movimentos fortes e sincronizados, cada vez que corpo dela descia o meu subia para ampará-la toda espetada no meu pedaço duro e sensível de nervo, e em pouco tempo ela gozou, e como gozou, parecia estar em transe, enquanto eu sentia aquela lava quente e viscosa escorrer de dentro da sua buceta apertadinha e melar toda a minha pica, deslisar entre os meus bagos e melar a entrada do meu cu.

Ela se contraiu inteirinha e depois foi relaxando, esperei ela se acalmar mais um pouco e a peguei pelos braços e a coloquei de quatro na minha frente. Que cena mais linda, jamais consegui esquecer! O rosto colado nos lençóis, a bundinha toda empinadinha e as duas fontes de prazer totalmente expostas e entregues aos desejos e as vontades do seu macho.

Mordi e beijei a sua bundinha e deslisei a minha língua pelo seu cuzinho, ela pirou, e fui descendo para a sua buceta, que chupei como nunca, com vontade e muita gula. Enfiava a língua ate onde dava, arrancando grunhidos inteligíveis da sua boquinha (foi extraordinário), fazendo o seu corpo retesar se e arrepiar se todinho e uma porção cada vez maior de lava viscosa e deliciosa escorria para dentro da minha boca cada vez que eu recolhia a minha língua.

Levantei me pois a minha pica babava tanto que o lençol em volta dele já estava todo molhado, posicionei me diante daquele paraíso, meti a chave na sua fechadura e lentamente, mas de uma maneira firme, fui abrindo alargando o portal do supremo daquela fêmea carente e deliciosa. Meti firme e fundo, até as minhas bolas encostarem nos lábios melados da sua buceta.

– Aiii!! Bate!! Bate na minha bunda, bate!! Me fode!! Me fode gostoso, seu filho da puta!!

Pronto, agora tinha diante de mim a PUTA, despertada para os prazeres supremos e sem limites. Passei a estocar com força naquela buceta gulosa e cada estocada era sincronizada com o estalido da palma da minha mão na sua bundinha. Estávamos com muito tesão e não conseguimos segurar por mais tempo, nossos lábios se colaram, nossas línguas se entrelaçaram em uma batalha frenética e nossos corpos se comprimiram desejando se fundir na eternidade daquele momento supremo e sublime.

Ela nem esperou eu terminar de gozar, virou se e me deu um beijo demorado, segurou na minha pica e bateu uma punheta para eu terminar de gozar. Deitados, nos acariciamos, nos olhávamos e nada falávamos e ela começou novamente a me beijar e a passar a língua em meu peito e descer ate a minha pica e começou a chupar de uma maneira como nunca havia me chupado ate então, parecia que a minha pica deslisava em um tapete quente e macio de veludo.

A minha pica ressuscitou como se nada tivesse acontecido ainda, ela levantou se e pegou um gel lubrificante e passou em sua bundinha, não diretamente no seu cuzinho, mas entendi o seu desejo, e deitou-se de bruços. Fui por cima dela e meti na sua bucetinha novamente. Ela fechava as coxas e ficava ainda mais apertadinha aquela xaninha cheirosa. Dei uma pausa e comecei passar o gel no meu cacete e também em sua bundinha. Quando passei o dedo com gel no seu cuzinho ela gemeu e disse:

– Mete o dedo no meu cu, mete!!

Atendi seu pedido enfiando o dedo e sentindo que tinha um certo medo, pois ela se retorcia um pouco. Depois de várias metidas de dedo ela me perguntou se mete o cacete ali doeria muito pois nunca tinha feito aquilo antes. Fui sincero e respondi que sim, que no início doeria um pouco, uma dor misturada com uma forte sensação de querer expulsar a minha pica, mas que ela não se preocupasse pois faríamos tudo por etapas e com muito carinho.

Passei mais gel no seu cuzinho e comecei a colocar a cabeça de meu pau bem na entradinha, no início, apenas esfregando, aos pouco fui forçando a cabeça de encontro ao seu anelzinho, lenta e carinhosamente, metendo mais um pouco na hora que ela gemia e suspirava de prazer e tirando na hora que a musculatura do seu cuzinho retesava se demonstrando algum sintoma de dor.

Foram longos minutos nestas preliminares até que senti a cabeça da minha pica ultrapassar a barreira natural do seu esfincter e ficar diante do paraíso daquele buraquinho superapertadinho e superquentinho, fiz aquele cu com muito carinho. Conversando sempre no ouvidinho dela e sempre nos beijando, ela é louca por beijo também, fui enfiando lentamente o que restava para fora da minha pica para as profundezas daquele cu gostoso .

Ela dava alguns gritinhos e gemidos de prazer e arranhava os lençóis da cama com suas unhas grandes, até que alojei me inteirinho dentro daquele cuzinho apertadinho, iniciei então um movimento lento de entra e sai, e ela começou a descontrolar se:

– Aiii!! Que gostooosooo!! Que tesão mais doido!! Meu cu tá ardendo, mas tá gostoso demais!! Aiii!! Fode!! Fode gostoso o meu cu, fode!! Ele é todo teu agora, seu puto!!

Mais uma vez, o tesão que sentíamos era tão grande que não conseguimos segurar por muito tempo. Gozamos alucinadamente, a minha vista chegou a escurecer e ela parecia que estava sentindo falta de ar, foi um momento que jamais consegui esquecer e que me deixa de pau duro todas as vezes que relembro. Depois fomos tomar banho juntos e em baixo do chuveiro ela fez questão de lavar a minha pica, ajoelhou se diante de mim e olhando me com uma carinha bem safada disse:

– Ainda falta meu último presente!! – e abocanhou a minha pica com aquela sua boquinha deliciosa e única, e só parou de chupar depois que espremeu e lambeu a última gotinha de porra que brotou na cabeça da minha judiada pica. Foi inesquecível!!

Quando estava indo embora, já era umas 05:00 h, deu me um beijo e agradeceu pelo grande “presente de aniversario” e que gostaria que eu aparecesse mais por lá mais vezes. Bem, já fui la algumas vezes, achei até que a outra menina da portaria me olhou estranhamente, mas acho que ela não deve saber que eu tracei a sua amiga de trabalho, e eu não a reencontrei ainda, mas espero reencontrá-la para dizer que é “meu aniversario”, mesmo que não seja, e imaginem o que acontecerá!

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