Às escondidas.

Conheci uma garota de São Paulo aqui na net. Seu nome era Luíza, mas era conhecida por suas amigas como “Selvagem”. Só pelo apelido já dá para imaginar como era a garota. Ela tinha 18 anos e já não era mais virgem. Tinha uma predileção por transar em locais proibidos, com uma certa dose de perigo. Ficamos nos conhecendo um bom tempo, nos encontramos algumas vezes e até já rolava algo entre nós, mas sem sexo. Até aquele dia…

Era uma 4ª feira à tarde, estavam em casa apenas eu e meu pai, ele estava de folga, assistindo TV, quando o telefone toca, de repente. Era Luíza, perguntando o nº do meu apartamento. Pelo barulho da ligação, percebi que ela estava na rua, mas nem pensei em nada. Apenas achei aquilo muito estranho, mas dei o nº.

Ela então desligou e, logo em seguida, tocou o interfone aqui de casa, era ela. Como meu pai estava de pijama, pedi para que ele ficasse no quarto, enquanto eu recebia a garota aqui. Ele concordou, mas disse que ia ficar de olho na gente.

Assim que ela entrou, levei-a direto para o meu quarto e tranquei a porta. Perguntei o que ela fazia aqui e ela me respondeu que estava fazendo um servicinho para a mãe e como estava perto de minha casa, resolveu dar uma passada aqui. Ficamos nos beijando um tempão, eu nem pensava na possibilidade de possuí-la, já que meu pai estava em casa.

Eu estava com uma blusa de moletom e uma bermuda apenas, enquanto ela vestia uma camiseta preta e um shortinho jeans, que deixava transparecer as polpas de sua bundinha. Era realmente muito gostosa. Enquanto nos beijávamos, escutei um barulho do lado de fora do quarto, provavelmente vindo da cozinha. Era meu pai, preparando um cafezinho para ele, provavelmente.

Ela se assustou e, quando expliquei o que era, percebi um certo brilho em seu olhar. Seu beijos eram mais vorazes, até que ela colocou minha mão em seus seios, eu tava com um tesão danado, mas a presença do meu pai em casa me fazia voltar à realidade, já que o apartamento é pequenininho e qualquer barulho poderia ser ouvido, mas resolvi acariciar aqueles seios deliciosos por cima e por baixo da camiseta, caindo de boca neles, chupando-os com vontade, lambendo os biquinhos, um a um, passando a língua em volta deles, sentindo-os durinhos em minha boca.

Achei que ficaríamos só por aí, mas ela foi mais ousada e colocou minha mão na sua buceta, ainda por cima do shortinho, eu sentia seu calor, sua umidade, enquanto ela já me livrava de minhas roupas e acariciava a minha pica completamente dura. Resolvi mandar meu pai à merda e tirei seu shortinho e sua calcinha. Olhei para aquela bucetinha cheirosinha à minha frente e via um fio de seu néctar escorrendo no meio de sua fendinha.

Comecei a chupá-la, saboreando todo aquele mel, lambendo tudinho, passando minha língua em volta dos lábios dela e em seguida penetrando-a e remexendo dentro dela. Ia bolinando seu clitóris com a mão, vendo como ele crescia com minhas carícias. Ela gemia muito alto, enquanto batia uma punhetinha para mim. Preocupado, resolvi ligar o som para disfarçar o barulho, colocado no último volume.

Após ligar o som e ouvir as batidas infernais daquele grupo de rock, resolvi consumar meu ato. Deitei sobre ela, roçando meu pau em sua bucetinha, pincelando-o na entradinha, apenas ameaçando meter, fazendo seus olhinhos se revirarem. Num movimento só, ela me puxou para dentro de si, fazendo me enterrar toda a minha pica naquela buceta quentinha e apertadinha.

Dei um tempo e comecei a bombar, ao ritmo do rock que envolvia o ambiente. Ela gemia a cada estocada minha, dizendo palavras desconexas ao meu ouvido, me olhando com aquela carinha de safada, pedindo baixinho:

– Ai, isso!! Judia!! Judia da sua putinha, judia!!!

Acho que num tem ser humano que aguente essas coisas ditas ao pé do ouvido e resolvi fazer como me pedia, estocando o meu pau forte e fundo, remexendo me dentro dela, sentindo meu pau todo melado com o suco de sua xaninha. Ela arranhava minhas costas, mordendo os lábios, enlouquecida de tesão, gemendo muito alto. Percebi barulhos do lado de fora da porta e creio que tinha alguém nos observando.

Pedi então para que ela viesse por cima de mim e, ao invés disso, Luíza ficou me olhando com aquele olhar de desejo, acariciando meu pau completamente duro e pulsante, enquanto eu acariciava sua bucetinha. Ela ajoelhou-se no chão, à minha frente, o que me fez imaginar a possibilidade de um boquete, mas vi que a coisa seria ainda melhor.

Ela ficou de quatro no chão, fazendo as mais tesudas caras e bocas, com aquele bundão lisinho virado para cima. Não resisti e comecei a passar a mão em sua bundinha, alisando ela todinha e enfiando um dedo no cuzinho dela. Foi então que ela me sussurrou:

– Vem!! Faz o que você quiser comigo. Sou todinha sua…

Como eu sabia que ela adorava sexo anal, não pensei duas vezes. Posicionei me atrás dela e comecei a meter a minha pica naquele cuzinho delicioso e não encontrei muita resistência, sabia que aquela não era a primeira vez que liberava a bundinha e nem seria a última. Após um tempo, fui estocando com força, enfiando e quase tirando meu pau todinho, enquanto apertava aquela bundinha e acariciava sua buceta.

Creio que ela deve ter gozado umas duas vezes, pela bucetinha e pelo cuzinho. Fui bombando até que não aguentei mais e enchi aquela bundinha de porra, ouvindo seu gritos e gemidos de prazer, abafados pelo volume do aparelho de som. Pude ver o gozo escorrendo por suas coxas e o estrago que ficara em sua bundinha. Terminado isso, nos vestimos e ela foi embora, sendo a última vez que a vi.

Depois comentei com meu pai o ocorrido e ele reafirmou minhas suspeitas: Tinha visto toda a cena pela fechadura da porta e até tocado uma do lado de fora, ficou orgulhoso do filho. Mas ele não sabe tudo o que aprontei e ainda vou aprontar!

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