Morena gostosa.

No meu trabalho, há cerca de 2 anos atrás, existia uma funcionária gostosíssima, chamada Michelle. Ela é morena, 18 anos, aparentava ter mais, cerca de 1,65, cabelos super pretos e compridos, bunda deliciosa, coxas grossas, seios médios para grandes e uma boca enorme, onde eu fantasiava em poder enfiar a minha pica um dia.

Eu sempre fui um cara muito sério no trabalho, não dando bola para nenhuma das funcionárias, ainda mais que eu tinha uma namorada que trabalhava lá também. Eu tinha 28 anos, e nos meus 1,75 m, magro atlético, cabelos e olhos castanhos, gostava de olhar para Michelle, mas só isso. Dificilmente conversávamos muito.

Minha namorada mudou de emprego e depois disso, Michelle, na primeira vez que se encontrou comigo no trabalho, estava diferente. Conversava mais abertamente e fazia gestos de quem queria algo mais.

Disse certa vez que era horrível não sairmos do trabalho no mesmo horário. Eu perguntei por que e ela disse que poderíamos fazer algo juntos.

Não perdi tempo, e convidei-a para darmos uma volta naquele mesmo dia. Ela topou, e a peguei na saída do trabalho com meu carro. Ficamos pensando onde poderíamos ir, sem dizer claramente o que um queria de verdade do outro.

Naquele dia ela estava com uma blusinha, sem sutiã, com alças finas, onde percebia-se a exuberância de seus seios deliciosos e tetas grandes. Nunca tinha visto ela com uma blusinha daquela. Será que era de propósito?

Sua calça era de lycra preta, bem enfiada na bunda, estando com uma sandalinha, com os dedos à mostra e calcanhares soltos. Sua boca era tipicamente de uma chupadora profissional. Que boca! Estava com um batom vermelho bem forte.

Eu fui de bermuda, sapatos sem meias, e uma camiseta sem mangas, onde, de propósito, mostrava meu físico. Decidimos ir a um barzinho simples, pois ainda era 19:30 h.

Ficamos conversando banalidade, nada de interessante, quando ela deu o pontapé inicial, ou roçadinha inicial. Sem eu perceber, ela ficou descalça e começou, durante nossa conversa, a roçar um de seus pés na minha canela. E comentou:

– Deve ser foda ficar longe da sua namorada muito tempo, não? – minha namorada agora trabalhava à noite, e realmente nos víamos pouco desde então.

– É verdade ! Mas as amigas servem para resolver este problema, não? – ela me forçou essa pergunta, pois roçava agora seu pé no meu, agora também descalço, pois eu tinha tirado um sapato.

– Com certeza ! No que posso te ajudar hoje? Estou à sua disposição, gato !

– Não transo a alguns dias. Resolveria meu problema?

– Porque não? – falou logo, e fez uma carinha de putinha, com aquela boca gigante.

Decidimos então, sem pensar muito, ir num local com pequenos Boxes, fechado, onde se pagava quase nada. Lá era bem escuro e era feito para trepadas rápidas.

Estacionei o carro no Box, acendi a luzinha interna e comecei a tirar a roupa. Ela não perdeu tempo também. Fiquei só de cueca, com o pau duríssimo e ela ficou só de calcinha, com os peitos deliciosos de fora. De repente nos abraçamos feito loucos, com beijos de língua violentíssimos.

Apertava violentamente seus seios e ela quase torcia meu pau duro, com as mãos. Era um desejo animal, de ambas as partes. Tirei minha cueca e ela a calcinha, com a minha ajuda. Quase rasguei a calcinha dela.

Ela pegou a minha pica e enfiou rápido naquela sua boca enorme. Chupava feito uma esganada. Que putinha mais deliciosa era aquela! Chupava intensamente, e eu, com o braço esticado, enfiava meu dedo no cu dela, metendo e tirando devagar. Ela gostou e começou a chupar mais intensamente ainda.

Eu estava louco, pois queria enfiar meu cacete nela. Pedi que parasse e arreganha-se as pernas para mim. Deitei o banco dela, e enfiei a língua na buceta molhada dela. Chupei como louco aquela buceta. Ela também queria dar e pediu:

– Mete logo esse pau gostoso em mim, mete !

Aquele posição estava desajeitada. Fomos para o banco de trás. Sentei com o pau apontando para cima e ela sentou de frente para mim, direto, enfiando na buceta. Seus seios ficaram na posição ideal para mordê-los. Que tetas !

Enquanto ela subia e descia aquela buceta melecada na minha pica, eu segurava e apertava sua bunda com as minhas mãos, enfiando o dedo no cu dela ! Ela cavalgava como louca ! Eu estava quase gozando.

Então pedi para ela ficar de quatro ! Mirei e meti por trás. Que bunda fantástica. A minha pica sumia naquela bucetona meio raspadinha ! Os movimentos eram violentos. Ela rebolava como louca !

Tirei a minha pica da sua buceta, pois ia gozar. Ela me masturbou com as mãos e me viu gozar. Ela não sentiu o gosto da porra, mas pegou-a com a mão e lambuzou seus seios inteiros. No dia seguinte saímos de novo, mas fomos ao motel. Eu queria comer o cu dela. E em nossas conversas ela já tinha dito que gostava.

Após as preliminares, estávamos completamente nus, na cama do motel, ela deitada com a bunda empinada para cima, e eu a abraçando totalmente por trás. Meti primeiro na buceta, longamente. Ela era demais. Depois lambuzei seu cu com KY que havíamos levado. Enfiava meu dedo lá dentro, dando voltas. Ela até me assustou quando disse alto:

– Come meu cu logo, come!!

Ajeitei-me e enterrei a minha piva sem dó, atendendo ao seu desesperado pedido. Gemíamos de prazer e tesão. Aquele cu era apertado, quente e gostoso demais, e meu pau grosso.

– Vou rasgar esse teu cu gostoso, puta safada!!

– Puta caralho gostoso! Me fode mais, me fode!!

Gozei muito gostoso dentro do cu dela. Foi maravilhoso e delicioso foder aquela morena todinha, mas tivemos que dar um tempo, pois ela também tinha namorado.

Trepamos só mais uma vez de novo, dentro do carro, umas 2 semanas depois. Ficamos amigos e só. Não a vejo desde que saiu do trabalho, há uns 7 meses.

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