Comendo a compradora.

Sou Representante Comercial da área de Serviços de Transportes e nesta função viajo muito para visitar clientes. Em um dos vários clientes que possuo, tem um em especial em que o setor de compras tem três mulheres que exercem a função de compradoras: Marcilha, Cira e Neuma.

As duas primeiras, Marcilha e Cira, sempre fecham seus pedidos comigo, porem Neuma, era uma mulher de 40 anos que vivia constantemente fechada, de difícil contato ou conversa.

Como em ambiente de mulheres sempre sai besteiras, Marcilha me confidenciou que Neuma estava sem namorado faziam 5 meses, ou seja, sem transar há 5 meses, como ela fazia questão de enfatizar, e que ela já havia confidenciado para as duas que gostaria de sair com alguém, e de preferência casado, pois tinha tara por homens casados, e que se eu conseguisse conquistá-la, pronto, no dia seguinte com certeza estaria se abrindo e fazendo pedidos comigo.

Bom meus amigos, fui à luta. Num determinado dia, já combinado com Marcilha e Cira, as duas não puderam me atender, assim, consegui finalmente conversar com Neuma, ela tem seus 40 anos, 1,60 m altura, bundinha arrebitada, coxas grossas, peitinhos médios e durinhos, boca com lábios grossos, um tesão de mulher para o meu gosto.

No inicio conversamos assuntos de serviços e aos poucos consegui entrar em temas mais descontraídos, e marcamos um chope para depois do seu expediente. Na hora marcada lá estava Neuma, toda arrumadinha, perfumada, adoro perfumes suaves, e bem descontraída.

Começamos a tomar alguns chopes e nossa conversa esquentou, logo ela estava colada ao meu corpo, pegando em minhas mãos e roçando suas coxas em minhas pernas.

Não demorou muito, aproveitei e convidei-a para irmos para um motel para podermos desfrutar de mais intimidade, o que ela aceitou de imediato. Rumamos para o motel mais próximo e já no caminho eu a bolinava em suas coxas e ela alisava a minha pica que estava estourando dentro das minhas calças.

Chegando ao motel, já entramos no quarto entre amassos e beijos, ela tomou a iniciativa de baixar meu zíper e colocar logo a minha pica para fora e abocanhá-lo, uau!!!

Como ela chupava com maestria!! Eu apenas gemia e fazia movimentos de vai e vem naquela boquinha que mais parecia uma buceta quente e molhada.

Quando estava por gozar fi-la parar, agora era minha vez de retribuir, deitei-a sobre a cama, iniciei com um beijo na boca, no pescoço, nos seios, na barriga, até chegar na sua buceta meladinha e quente.

Abri suas coxas e mergulhei de boca naquela buceta suculenta e carente de pica. Lambi e chupei todo o néctar que dela exalava, e ora passava minha língua em seu cu que piscava de tesão.

– Aiii!! Me come!! Me fode toda!! Quero ser tua putinha, tua cadelinha!!

Ela realmente estava totalmente cheia de tesão para botar pra fora. Assim, não me fiz de rogado e fui pra cima daquele corpinho e penetrei-a em uma única estocada. Ela gemeu, grunhiu, uivou, me agarrou forte, abriu mais suas coxas para me agasalhar bem fundo e pediu-me:

– Isso, me fode!! Fode esta cadela no cio!! Apaga o meu fogo com essa tua pica grossa e gostosa!! Fode a tua égua, fode meu garanhão!!

Aquela palavras me deixavam mais louco, e assim, comecei a bombar com ímpeto, com vigor, e ela gemia mais e mais apertando meu pau a cada estocada; ela começou a gozar, uma, duas, três vezes, realmente ela estava carente de pica há muito tempo e assim, aproveitei para me soltar e jorrar toda minha porra quente dentro daquela buceta. Mas o tesão que eu sentia era tão grande que meu pau não esmoreceu, ficou em riste. Ela aproveitou, lambeu e chupou até a última gotinha da porra que saia da minha pica.

Conversamos por alguns minutos, onde ela já estava mais aberta e me falou que não transava fazia uns seis meses por não achar um homem charmoso que a conquistasse, e que eu a estava surpreendendo.

Assim, conversa vai e conversa vem, fiquei acariciando aquelas lindas coxas e a bundinha arrebitada, meu pau voltou a ficar maluco novamente, disse-lhe que gostaria de comer aquela bundinha, pois estava maluco por ela. Ela então me pediu :

– Antes quero cavalgar este mastro, minhas amigas falaram que é uma delicia, então quero provar!!

E assim ela fez, fiquei deitado na cama, ela pegou meu pau chupou-o deixando molhado e ajoelhou-se sobre a minha pica, deixando-me ver aquela buceta gulosa ir abocanhando centímetro por centímetro da minha pica, que em pouco tempo já estava todo enterrado dentro daquela gruta quente.

Esta mulher perdeu seu controle e começou a cavalgar-me como uma verdadeira amazona, subia e descia com tamanha voracidade que eu sentia meu pau batendo em algo dentro daquela gruta, e eu apertava-lhe os biquinhos das tetinhas, no que ela ficava mais alucinada.

Ela me cavalgou por uns cinco minutos e não aguentou, começou a gozar, e novamente, uma, duas, três vezes seguidas, ela era um poço de desejo e carência e a cada orgasmo sempre gritava :

– Eu sou uma puta!! Uma cadelinha vadia!! Estou adorando ser fodida!! Quero ser arregaçada por você, meu macho gostoso!!!

Mas eu queria mais, me segurei e não gozei e ela caiu de lado, ficou semi desmaiadam ajeitei-a sobre um travesseiro, fazendo com que sua bundinha ficasse mais arrebitada para cima e a minha inteira disposição.

Passei a cabeça da minha pica na sua buceta encharcada, pincelei aquele cuzinho róseo e comecei a forçar a cabaçona, ela nada fazia, apenas soltava um gemido e me pedia :

– Vai com calma amor, eu nunca dei meu cu, mas mete todo este pau gostoso nele, mete!! Me arromba toda, mas com carinho!!

Meu tesão aumentou ao saber que estava diante de um cu que nunca havia sido violado, então, deveria ser extremamente carinhoso, queria que ela sentisse o mesmo prazer de levar meu pau, como se fosse na buceta.

E assim fui forçando, e entrou a cabeça, ela gemeu e relaxou, senti que seu cu já estava piscando de tesão, então fui penetrando centímetro por centímetro até minhas bolas baterem naquela bucetinha.

Comecei a fazer um leve vai e vem, agarrando-a em meus braços, acariciando os biquinhos dos seios com uma das mãos e com a outra acariciando seu grelinho, ela apenas rebolava levemente aceitando meus leves movimentos.

Então ela começou a jogar sua bunda macia sobre mim, ela estava ficando alucinada em ser enrabada, eu correspondi e comecei a bombar com mais ímpeto aquele cuzinho apertadinho e quentinho, ela levantou-se e postando se de quatro, pediu :

– Me enraba como se fosse uma cadelinha!! Me arregaça!!! Arromba o meu cu com essa tua pica gostosa!! Faz a tua putinha gozar com a tua pica toda enterrada no cu dela, faz!!!

Aquilo me deixou louco, logo, peguei-a pela cintura e comecei a puxá-la sobre mim, fazendo com que meu pau a penetrasse com força, arregaçando e arrombando aquele cu, eu sentia ela apertar a minha pica, e sentia a minha pica latejando e ficando cada vez mais grosso dentro daquele cu gostoso.

Não demoramos muito e ela começou a gemer e a gozar, e eu bombando cada vez mais com mais ímpeto, ela se contorcia, gemia, uivava e gritava, eu segurei ao máximo o meu gozo, mas chegou uma hora em que senti a minha porra jorrar forte dentro daquele cu guloso, jorrou tanto que começou a escorrer por aquelas coxas macias.

Ela me disse que queria chupar a minha pica, tirei, fiquei deitado enquanto ela chupava e lambia toda a minha pica melada, e eu chupei aquela buceta arregaçada e melada com a minha porra.

Depois isso nos beijamos misturando e trocando nossos líquidos de tesão, nos vestimos e fomos embora. Hoje ela é minha cliente fiel, e sempre que podemos fazemos algumas loucuras, inclusive fizemos uma suruba com a Marcilha, que é uma gostosura de mulher, casadinha e, coitada, também carente.

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